Marica Hase
Marica Hase

2007-Present

Marica Hase

Marica Hase é uma modelo e intérprete japonesa de filmes adultos, que passou do gravure de Tóquio para a indústria japonesa de vídeo adulto e depois para a produção americana, onde a figura compacta e o repertório de cenas invulgarmente amplo a tornaram um nome conhecido dos dois lados do Pacífico.

Marica Hase entrou no ofício pela fotografia e não pelo cinema. Começou como modelo de gravure em 2007, e o gravure no Japão é uma disciplina própria: imagem fixa, luz controlada, uma pose sustentada o tempo suficiente para o disparo e um público educado para ler a sugestão antes da ação. Essa formação explica muito do modo como ela depois trabalhou diante da câmara. Aprendeu a segurar um enquadramento e a pensar em função de uma página impressa antes de alguma vez ter de carregar uma cena, e o hábito nunca a deixou. No fim da década tinha dado o passo que muitas modelos de gravure dão, da página parada à imagem em movimento.

Ativa
2007 até hoje
Nacionalidade
Japonesa
Medidas
35-22-35 polegadas (89-56-89 cm)
Altura
1,57 m (5 pés e 2 polegadas)
Penthouse Pet
Janeiro de 2013
02

Biography

A estreia no vídeo adulto veio em dezembro de 2009, num lançamento para a SOD Create, um selo que construiu parte da sua identidade na passagem entre a celebridade do gravure e o vídeo explícito. O sistema japonês em que entrou está organizado de maneira muito diferente do europeu ou do americano. Os lançamentos são numerados e datados, o estúdio detém a identidade da linha, e a intérprete é muitas vezes um elemento dentro de um elenco e de um conceito, e não a autora da peça. Trabalhar dentro dessa estrutura exige uma disciplina particular, uma disposição para desaparecer num desenho. Adquiriu-a depressa, e a compostura dessas primeiras cenas parece aprendida e não casual.

Em 2012 mudou-se para os Estados Unidos e, em janeiro de 2013, foi nomeada Penthouse Pet do mês. A nomeação levou a sua fotografia a uma revista de longa história e deu-lhe um nome num mercado que nunca tinha visto o seu trabalho japonês. As produções americanas em que aparece desde então, entre elas Kink.com, Evil Angel e Brazzers, funcionam a outro ritmo: um único conceito por cena, muita preparação antes de rodar e uma exigência alta de resistência e controlo técnico. Os sets da Kink são construídos em torno de amarrações e aparelhos, e o bondage figura no seu repertório ao lado de material bem mais convencional.